Estimativa dos Produtos Internos Brutos dos Municípios do Brasil para os anos de 2001 e 2002
CNM –
Confederação dos Municípios do Brasil[1]
O estudo estima
os valores dos Produtos Internos Brutos (PIBs) dos 5.561 municípios do Brasil
existentes em 2001 e 2002, a partir do rateio dos Produtos Internos Estaduais
para os respectivos municípios, de acordo com suas participações no Valor
Adicionado Fiscal (VAF).
Os valores dos PIBs dos Estados relativos aos
anos de 2001 e 2002 foram estimados pelo IBGE, levando em consideração a
produção nos setores da agricultura, indústria e serviços. Os valores dos VAFs
foram obtidos a partir de publicações das Secretarias de Fazenda dos Estados.
A obtenção de estimativas de PIBs para os
municípios do Brasil, segundo metodologia simplificada e procedimentos bastante
simples, rápidos e uniformes, é muito útil para a administração do país, porque
contribui sobremaneira na definição de estratégias, políticas e mesmo de ações
para a correção de desequilíbrios, realização de projetos e investimentos,
tanto pelos governos dos diversos níveis, quanto também por empresas e
instituições do terceiro setor. Esse estudo será ampliado e melhorado ano a
ano, incorporando anos anteriores, completando anos atuais, e incorporando
novos anos futuros, de forma semelhante ao que já vem sendo feito por estudo
semelhante focando o Estado do RS numa série de 20 anos.
Este texto descreve a forma de cálculo dos Produtos Internos Brutos (PIBs) dos municípios do Brasil, para os anos de 2001 e 2002, obtidos a partir das estimativas dos PIBs dos Estados, publicados pelo IBGE (2004). Os PIBs dos 5561 municípios brasileiros existentes nesses anos são apresentados em anexo.
Os valores estimados representam, no momento, segundo esta metodologia, as melhores aproximações possíveis dos PIBs municipais, devido a deficiências e lacunas existentes nos dados primários obtidos com esforço via diferentes meios, das Secretarias Estaduais de Fazenda, responsáveis legais pela construção dos VAFs dos municípios, usados como base de cálculo para os PIBs.
Nesta seção é apresentada uma síntese dos procedimentos metodológicos utilizados para a estimação dos produtos internos brutos a custo de fatores dos municípios brasileiros. De uma forma bastante resumida, pode-se afirmar que os recortes
Os valores dos
Produtos Internos Brutos (PIBs) dos 5.561 municípios do Brasil existentes em
2001 e 2002 são obtidos a partir de simples rateio dos Produtos Internos
Estaduais para os respectivos municípios, de acordo com suas participações no
Valor Adicionado Fiscal (VAF).
Os valores dos PIBs dos Estados relativos aos
anos de 2001 e 2002 foram estimados pelo IBGE, levando em consideração a
produção nos setores da agricultura, indústria e serviços.
Os valores dos
VAFs foram obtidos a partir de publicações das Secretarias de Fazenda dos
Estados em diferentes meios, como Diários Oficiais, sites de internet e outros.
Assim, parte-se
do pressuposto de que os valores dos PIBs estaduais sejam corretos, calculados
segundo metodologia comum; e que os
VAFs municipais dos diferentes Estados do país também sejam bastante coerentes
e consistentes, obtidos a partir de legislação federal comum, e abrangendo de
forma bastante completa e correta os valores de produção dos municípios, nos
setores da agricultura, indústria e serviços.
De fato, o
pressuposto de que o VAF seja bastante completo e consistente parece ser
verdadeiro, uma vez que serve de base para o cálculo do Retorno do ICMS
(Imposto de Circulação e Mercadorias e Serviços) dos municípios, transferido
dos Estados. Por isso, por sua importância nas receitas dos municípios, tende a
ser um número anual bastante analisado e discutido pelos mesmos. E,
conseqüentemente, tende a refletir, também, com bastante fidelidade o valor da
produção formal realizada nos municípios, e a realidade econômica geral de um
município. Os valores dos VAFs são formais, e (deveriam ser facilmente)
acessíveis ao público em geral. Por isso, quando possível, a opção pela sua
utilização é bastante conveniente, como no caso da estimação dos PIBs
municipais de forma simplificada, em que os mesmos são obtidos por alavancagem
pelos respectivos VAFS dos municípios.
Outras metodologias de cálculo de PIBs
municipais são mais robustas do ponto de vista teórico, mas apresentam grandes
restrições do ponto de vista prático, porque o poder público (de qualquer nível
de governo) não tem condições humanas e materiais para realizar anualmente um
censo detalhado e preciso da produção física e financeira dos municípios,
principalmente de alguns itens onde o acesso é dificultado ou mais complexo
(como os relativos a lucros financeiros, aluguéis e outros). Por isso, esta metodologia usada pelo
presente estudo, baseada no uso do Valor Adicionado Fiscal dos municípios, é
bastante adequada, conveniente e útil, do ponto de vista prático e científico,
observadas suas limitações.
Para estimar o
valor produzido pelos 5.561 municípios do Brasil, o estudo utiliza como base
(ou alavanca) o valor da produção estimada pelo IBGE para os diversos Estados.
A tabela 1, a seguir, apresenta os PIBs dos Estados do Brasil, em R$ nos anos
de 2000, 2001 e 2002, conforme estimativas feitas pelo IBGE.
Tabela 1 -
PIBs dos Estados, relativos aos anos de 2000, 2001 e 2002.
|
Nome do Estado |
PIB, em milhões de R$, nos anos de |
||
|
2000 |
2001 |
2002 |
|
|
1-Acre |
1.703 |
1.921 |
2.249 |
|
2-Alagoas |
7.023 |
7.569 |
8.767 |
|
3-Amapá |
1.968 |
2.253 |
2.702 |
|
4-Amazonas |
18.873 |
20.736 |
25.030 |
|
5-Bahia |
48.197 |
52.249 |
62.103 |
|
6-Ceará |
20.800 |
21.581 |
24.204 |
|
7-Distrito Federal |
29.587 |
33.051 |
35.672 |
|
8-Espírito Santo |
21.530 |
22.538 |
24.723 |
|
9-Goiás |
21.665 |
25.048 |
31.299 |
|
10-Maranhão |
9.207 |
10.293 |
11.420 |
|
11-Mato Grosso |
13.428 |
14.453 |
17.888 |
|
12-Mato Grosso do Sul |
11.861 |
13.736 |
15.343 |
|
13-Minas Gerais |
106.169 |
113.530 |
125.389 |
|
14-Pará |
18.914 |
21.748 |
25.530 |
|
15-Paraíba |
9.238 |
10.272 |
11.634 |
|
16-Paraná |
65.969 |
72.770 |
81.449 |
|
17-Pernambuco |
29.127 |
31.725 |
36.510 |
|
18-Piauí |
5.330 |
5.575 |
6.166 |
|
19-Rio de Janeiro |
137.877 |
148.033 |
170.114 |
|
20-Rio Grande do Norte |
9.293 |
9.834 |
11.633 |
|
21-Rio Grande do Sul |
85.138 |
94.084 |
104.451 |
|
22-Rondônia |
5.625 |
6.083 |
7.284 |
|
23-Roraima |
1.117 |
1.219 |
1.443 |
|
24-Santa Catarina |
42.428 |
46.535 |
51.828 |
|
25-Sergipe |
5.921 |
8.204 |
9.496 |
|
26-São Paulo |
370.819 |
400.629 |
438.148 |
|
27-Tocantins |
2.450 |
3.067 |
3.545 |
|
Total do Brasil |
1.101.255 |
1.198.736 |
1.346.020 |
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas,
Coordenação de Contas Nacionais, Contas Regionais do Brasil 1998-2001 e 2002 –
obtido do site http://www.ibge.gov.br em
11/01/2005.
|
Nome do
Estado |
PIB (R$
milhões) |
% do
Brasil |
|
1-São Paulo |
438.148 |
32,55 |
|
2-Rio de Janeiro |
170.114 |
12,64 |
|
3-Minas Gerais |
125.389 |
9,32 |
|
4-Rio Grande do Sul |
104.451 |
7,76 |
|
5-Paraná |
81.449 |
6,05 |
|
6-Bahia |
62.103 |
4,61 |
|
7-Santa Catarina |
51.828 |
3,85 |
|
8-Pernambuco |
36.510 |
2,71 |
|
9-Distrito Federal |
35.672 |
2,65 |
|
10-Goiás |
31.299 |
2,32 |
|
11-Pará |
25.530 |
1,90 |
|
12-Amazonas |
25.030 |
1,86 |
|
13-Espírito Santo |
24.723 |
1,84 |
|
14-Ceará |
24.204 |
1,80 |
|
15-Mato Grosso |
17.888 |
1,33 |
|
16-Mato Grosso do Sul |
15.343 |
1,14 |
|
17-Paraíba |
11.634 |
0,86 |
|
18-Rio Grande do Norte |
11.633 |
0,86 |
|
19-Maranhão |
11.420 |
0,84 |
|
20-Sergipe |
9.496 |
0,71 |
|
21-Alagoas |
8.767 |
0,65 |
|
22-Rondônia |
7.284 |
0,54 |
|
23-Piauí |
6.166 |
0,46 |
|
24-Tocantins |
3.545 |
0,26 |
|
25-Amapá |
2.702 |
0,20 |
|
26-Acre |
2.249 |
0,17 |
|
27-Roraima |
1.443 |
0,11 |
|
Total do Brasil |
1.346.020 |
100,0 |
Fonte: IBGE,
Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Contas Nacionais, Contas Regionais do
Brasil 1998-2001 e 2002.
O VAF não abarca todos os itens de produção (ou do PIB) de um território
(como um municípios, Estado ou país), especialmente aluguéis, serviços
profissionais, lucros financeiros, investimentos públicos e a produção
informal, que não circula pelo mercado formal. Esse estudo considera ou parte
do pressuposto de que, de forma simplificada, esses itens ocorrem em proporções
semelhantes em todos os municípios do país. A rigor, essa premissa não é
absolutamente verdadeira, mas pode ser tomada como coerente e adequada, de
forma simplificada, para viabilizar os cálculos na forma proposta de rateio dos
PIBs estaduais entre os municípios, na proporção das participações dos VAFs
municipais nos VAFs Estaduais. De fato, os Estados institucionalizam,
intermente, regramentos e comportamentos relativamente uniformes nos seus
diversos lugares (municípios), sem diferenças significativas quanto ao grau de
sonegação fiscal, podendo-se assumir existir uma boa proporcionalidade entre os
VAFS e os PIBs dos respectivos municípios.
É claro que o método de cálculo dos PIBs
municipais com base nos VAFs produz algumas distorções, que o método assume
assim mesmo, na forma como se apresentam. Grandes empreendimentos, como usinas
hidreelétricas, refinarias de petróleo, pólos petroquímicos, siderúrgicas e
outras produzem (bens ou serviços) com um grau de formalização maior do que o mercado
em geral. Advém daí que, pela presente metodologia de cálculo dos PIBs,
municípios que possuem predominantemente empreendimentos desse tipo acabam
sendo favorecidos, na estimação dos respectivos PIBs. Por outro lado, alguns
mercados são muito mais difusos, apresentando proporções acima da média normal
de serviços legalmente não considerados nos VAFs, tais como aluguéis, lucros
financeiros, serviços profissionais e outros. Deriva daí que municípios com
fortes ênfases em serviços (como de turismo) acabam sendo prejudicados nos
respetivos cálculos.
Não obstante às limitações da metodologia utilizada,
o seu grande mérito vem da própria forma de levantamento do índice VAF: são
milhares de empresas, prefeituras e órgãos públicos engajados no esforço do
levantamento e da análise dos valores formalmente remetidos para as Secretarias
de Fazenda dos Estados. Os municípios e os Estados têm o maior interesse na
obtenção dos valores mais realistas possíveis, uma vez que as suas receitas
dependem dessas informações. Algumas limitações provêm da própria
característica do VAF, que não abarca alguns itens importantes, e outras provêm
do grau incompleto de exposição de certas atividades ao mercado econômico, por
característica própria, ou pela sonegação de informações. Com programas de
incentivo à emissão de notas fiscais, evolução da tecnologia de informações das
empresas, maior conscientização da população, modernização dos sistemas de
fiscalização e evolução do senso geral de justiça tributária, obter-se-á
contínuos avanços na sistemática de mensuração do valor efetivo que municípios
e regiões agregam em determinado período, através da produção dos seus diversos
agentes econômicos, organizados ou não.
O VAF serve de
parâmetro para calcular a participação dos municípios no rateio da parcela de
25% do total da arrecadação dos totais de ICMS estaduais. Compreende o valor global que as unidades
econômicas de produção e comércio agregam aos seus produtos, à medida que esses
passam adiante, desde o setor primário até os consumidores finais.
O PIB de um
território (como um município, região, Estado ou país) exprime a estimativa do
valor da produção, a preços de mercado, realizada dentro das suas fronteiras.
Inclui todos os bens e serviços produzidos, dentro de certa área geográfica,
independentemente de os recursos serem ou não de propriedade de seus
residentes. Pode ser medido tanto pelo ângulo da produção (ou do custo dos
fatores), quanto pelo fluxo da renda ou pelo dispêndio (Rosseti, 1994).
Na abordagem
pelo fluxo da produção, utilizam-se estimativas dos valores agregados aos bens
e serviços de cada setor (agropecuário, industrial e serviços), de tal forma a
evitar a dupla contagem dos bens de utilização intermediária. Subtraindo-se das
somas dos valores agregados os tributos indiretos e adicionando-se os
subsídios, chega-se ao PIB de uma nação, região ou território, como um
município.
Na abordagem pelo fluxo da
renda, consideram-se as remunerações pagas a todos os fatores de produção
mobilizados pelo sistema produtivo da economia, constituídos pela remuneração
do trabalho (ganhos diversos mais salários e encargos sociais, em moeda ou
espécie), além de outras categorias, denominadas de excedente operacional
bruto, em que se incluem principalmente os lucros de empresas, retidos para
serem incorporados nos respectivos patrimônios. Por fim, deduzem-se os impostos
indiretos e somam-se os subsídios.
Na abordagem
pelo ângulo do dispêndio, consideram-se basicamente as estimativas do consumo e
do investimento em bens e serviços finais. Ao consumo, agregam-se os gastos de
consumo das famílias e das administrações públicas; ao investimento, agregam-se
os realizados pelas famílias (basicamente edificações), pelas empresas e pelas
administrações públicas, em determinado território; por isso, deduzem-se as
importações e somam-se as exportações.
Nesse estudo,
utiliza-se o conceito de PIB a custo de fatores, que é igual ao PIB a preços de
mercado, menos os impostos indiretos e mais os subsídios[2]. Por isso, enfatiza-se que o foco do estudo
recai sobre os valores produzidos dentro dos estreitos limites dos municípios,
e não sobre as rendas das pessoas ali residentes. Decorrem daí aparentes
distorções na avaliação dos respectivos PIBs municipais, porque devem ser
consideradas as produções realizadas dentro dos seus territórios, e não as
rendas auferidas por pessoas que circunstancialmente circulam dentro dele. É
por isso que se encontram valores contrastantes em municípios como Triunfo (com
seu pólo petroquímico) e Imbé (balneário), no Estado do Rio Grande do Sul (RS),
em que no primeiro os residentes auferem apenas pequena parcela dos ganhos do
pólo petroquímico, e no segundo os habitantes eventuais realizam apenas pequena
parte da produção total gerada (normalmente em outros municípios), no período
de um ano.
Uma relação
entre o PIB e o VAF de um município pode ser expressa através da seguinte
fórmula:
PIB
= Valor Adic. + Lucros Financeiros + Invest. Públicos
+ Aluguéis + Outros Serviços
+ Outras Produções Industriais
+ Valor Adicionado Informal
- Impostos Indiretos + Subsídios
A rubrica "outros
serviços" é bastante abrangente, compreendendo especialmente os
rendimentos de profissionais liberais (da área da educação e saúde mercantis,
da área do direito, das engenharias, da informática e de outras áreas), de
outros serviços coletivos e serviços domésticos (que não informam VAFs). A
rubrica “outras produções industriais” abrange os ganhos obtidos com a
indústria da construção civil, e de fornecimento de água, gás e eletricidade
(que não informam VAFs). Não existem dados precisos sobre o montante de cada um
dos ítens da fórmula; outrossim, tendo em vista a atual legislação, alguns
itens, como lucros financeiros, não são disponíveis de qualquer forma. Todavia,
levando-se em consideração o comportamento estimado da relação entre VAF e PIB,
no Estado do RS, no ano de 1999, pode-se estimar que o Valor Adicionado de um
Estado compreende ao redor de 57% do valor do respectivo PIB. Neste estudo,
parte-se da premissa bastante realista e simplificadora de que eles ocorrem em
proporções regulares nos municípios dos
Estados, com distorções normais, como num fenômeno estatístico. Dentro desta
lógica, aceita-se existirem, normalmente, diferentes distorções à regra ou
média geral, como nos seguintes casos:
- municípios com grandes
empreendimentos, como Pólos Petroquímicos, usinas siderúrgicas ou elétricas,
montadoras de automóveis, e outros, em que ocorre formalidade acima da média,
mas tendem a ocorrer menos operações bancárias com lucros financeiros, aluguéis
e serviços profissionais (levando em conta que os trabalhadores residem em
outros centros urbanos);
- municípios turísticos, em que
boa parte dos serviços (aluguéis, serviços profissionais, lucros financeiros e
outros) não entra na computação do Valor Adicionado;
municípios essencialmente
agrícolas, em que a produção para uso próprio não passa pelo mercado financeiro
e, portanto, também não entra nos cálculos do Valor Adicionado.
De maneira
geral, as exceções são bastante específicas ou localizadas e não comprometem a
validade geral do método.
Assim, esse estudo utiliza como fórmula geral de cálculo dos PIBs dos municípios dos Estados o seguinte padrão:
PIB município = Valor Adic. Munic. * PIB do Estado(R$)
___________________________________________
Valor Adicionado do Estado (do Município, R$)
Teve-se grande dificuldade de acesso às
tabelas de Valor Adicionado dos Municípios dos diferentes Estados da Federação,
nesta versão inicial do estudo para cálculo dos PIBs municipais de 2001 e 2002.
Tentou-se obter os valores adicionados dos municípios dos Estados nas
publicações oficiais dos Índices de Retorno do ICMS, cujo cálculo leva em
consideração os Valores Adicionados dos Municípios na proporção ou peso de 75%.
Todavia, os procedimentos adotados pelos Estados não são uniformes, e muitas
vezes dificultam a pesquisa dos dados. Na falta de acesso aos Valores
Adicionados de um ano (2001 ou 2002) dos Municípios de Estados, então optou-se
pela adoção dos valores do outro ano, para o qual os dados foram publicados. Se
os Valores Adicionados não foram publicados para qualquer dos dois anos, então
adotou-se como base para o rateio do PIB estadual aos municípios o índice de
retorno do ICMS. Na tabela 3, podem ser verificados os procedimentos adotados
para cada Estado da Federação, no cálculo dos PIBs municipais.
|
Nome do Estado |
Dado usado para estimar o PIB |
|
1-Acre |
Índice de ICMS de 2001 => PIB 2001 Índice de ICMS de 2002 => PIB 2002 |
|
2-Alagoas |
Valor Adicionado para PIB de 2001 e 2002 |
|
3-Amapá |
Índice de ICMS para 2003 => PIB 2001 Índice de ICMS para 2004 => PIB 2002 |
|
4-Amazonas |
Valor Adicionado de 2001 para PIB de 2001 e 2002 |
|
5-Bahia |
Valor Adicionado de 2001 para PIB de 2001 Valor Adicionado de 2002 para PIB de 2002 |
|
6-Ceará |
Valor Adicionado de 2001 para PIB de 2001 Valor Adicionado de 2002 para PIB de 2002 |
|
7-Distrito Federal |
PIB de 2001 e 2002 do IBGE |
|
8-Espírito Santo |
Índice de ICMS para 2003 => PIB 2001 e 2002 |
|
9-Goiás |
Valor Adicionado de 2001 para PIB de 2001 Valor Adicionado de 2002 para PIB de 2002 |
|
10-Maranhão |
Valor Adicionado para PIB de 2001 e 2002 |
|
11-Mato Grosso |
Valor Adicionado de 2001 para PIB de 2001 Valor Adicionado de 2002 para PIB de 2002 |
|
12-Mato Grosso do Sul |
Índice de ICMS para 2003 => PIB 2001 Índice de ICMS para 2004 => PIB 2002 |
|
13-Minas Gerais |
Valor Adicionado de 2000 para PIB de 2001 e 2002 |
|
14-Pará |
Índice de ICMS para 2003 => PIB 2001 Índice de ICMS para 2004 => PIB 2002 |
|
15-Paraíba |
Valor Adicionado de 2001 para PIB de 2001 Valor Adicionado de 2002 para PIB de 2002 |
|
16-Paraná |
Valor Adicionado de 2001 para PIB de 2001 Valor Adicionado de 2002 para PIB de 2002 |
|
17-Pernambuco |
Valor Adicionado de 2001 para PIB de 2001 Valor Adicionado de 2002 para PIB de 2002 |
|
18-Piauí |
Valor Adicionado de 2001 para PIB de 2001 Valor Adicionado de 2002 para PIB de 2002 |
|
19-Rio de Janeiro |
Valor Adicionado de 2001 para PIB de 2001 Valor Adicionado de 2002 para PIB de 2002 |
|
20-Rio Grande do Norte |
Valor Adicionado para PIB de 2001 e 2002 |
|
21-Rio Grande do Sul |
Valor Adicionado de 2001 para PIB de 2001 Valor Adicionado de 2002 para PIB de 2002 |
|
22-Rondônia |
Valor Adicionado para PIB de 2001 e 2002 |
|
23-Roraima |
Índice de ICMS Líquido para PIB de 2001 e 2002 |
|
24-Santa Catarina |
Valor Adicionado de 2001 para PIB de 2001 Valor Adicionado de 2002 para PIB de 2002 |
|
25-Sergipe |
Valor Adicionado para PIB de 2001 e 2002 |
|
26-São Paulo |
Valor Adicionado de 2001 para PIB de 2001 Valor Adicionado de 2002 para PIB de 2002 |
|
27-Tocantins |
Valor Adicionado para PIB de 2001 e 2002 |
A produção (ou PIB) “per capita" de cada
município e região é obtida pela divisão do PIB com seu número de habitantes,
conforme estimativas do IBGE, das respectivas populações para o ano de 2001 e
2002.
Nesta seção apresentam-se os resultados mais interessados obtidos pelo estudo, destacando-se os rankings dos 25 maiores municípios do Brasil pelos PIBs de 2002, bem como dos 10 maiores municípios dos 26 Estados do país, pelos respectivos PIBs de 2002, e pelos respectivos PIBs per capita de 2002.
BRASIL
|
MUNICIPIO |
UNID.
FED
|
PIB_2001
(R$) |
PIB_2002
(R$) |
|
01- São Paulo |
SP |
100.576.137.785,23 |
104.691.666.375,10 |
|
02-Rio de Janeiro |
RJ |
73.847.402.924,26 |
80.726.843.217,35 |
|
03-Brasília |
DF |
33.051.000.000,00 |
35.672.000.000,00 |
|
04-Paulínia |
SP |
17.973.748.447,97 |
22.192.856.769,42 |
|
05-São Jose dos Campos |
SP |
19.558.438.763,73 |
19.913.573.520,58 |
|
06-Duque de Caxias |
RJ |
12.176.877.410,63 |
19.751.383.670,52 |
|
07-Guarulhos |
SP |
16.015.546.012,32 |
16.183.700.084,58 |
|
08-Recife |
PE |
14.224.902.407,72 |
15.980.074.482,54 |
|
09-Manaus |
AM |
12.875.729.838,55 |
15.542.029.217,73 |
|
10-Belo Horizonte |
MG |
13.860.809.461,88 |
15.308.667.643,93 |
|
11-São Bern. do Campo |
SP |
15.360.949.557,15 |
15.236.945.454,38 |
|
12-Porto Alegre |
RS |
13.651.123.663,24 |
15.100.128.237,01 |
|
13-Betim |
MG |
13.634.891.856,86 |
15.059.151.370,03 |
|
14-Curitiba |
PR |
12.550.053.478,77 |
12.586.486.105,87 |
|
15-Cubatão |
SP |
9.784.145.365,64 |
12.039.142.814,67 |
|
16-Fortaleza |
CE |
11.414.584.925,98 |
11.928.204.763,94 |
|
17-Salvador |
BA |
10.263.205.690,29 |
11.722.920.836,53 |
|
18-Barueri |
SP |
10.522.126.092,11 |
10.739.253.963,91 |
|
19-Campinas |
SP |
10.605.031.314,25 |
10.618.622.487,32 |
|
20-Araucária |
PR |
8.431.550.935,40 |
9.363.082.815,85 |
|
21-Camaçari |
BA |
6.457.755.584,90 |
8.454.540.256,65 |
|
22-São Luis |
MA |
7.224.836.046,29 |
8.015.896.983,25 |
|
23-Volta Redonda |
RJ |
5.948.612.061,23 |
7.469.671.667,44 |
|
24-Angra dos Reis |
RJ |
7.250.808.418,09 |
7.024.061.607,34 |
|
25-Goiânia |
GO |
5.615.717.047,82 |
7.017.180.129,34 |
RANKINGS
DOS MUNICÍPIOS DOS ESTADOS PELOS PIBs DE 2002 (R$)
ACRE
|
ORDEM/MUNICÍPIO |
PIB_2002
(R$) |
|
1 Rio Branco |
1.057.030.000,00 |
|
2 Cruzeiro do Sul |
224.900.000,00 |
|
3 Sena Madureira |
101.205.000,00 |
|
4 Brasiléia |
101.205.000,00 |
|
5 Senador Guiomard |
78.715.000,00 |
|
6 Plácido de Castro |
78.715.000,00 |
|
7 Tarauacá |
78.715.000,00 |
|
8 Feijó |
67.470.000,00 |
|
9 Xapuri |
67.470.000,00 |
|
10 Mâncio Lima |
41.606.500,00 |
AMAZONAS
|
ORDEM/MUNICÍPIO |
PIB_2002
(R$) |
|
1 Manaus |
15.542.029.217,73 |
|
2 Presidente Figueiredo |
1.066.336.693,19 |
|
3 Coari |
639.576.957,03 |
|
4 Itacoatiara |
483.629.580,09 |
|
5 Parintins |
337.179.243,59 |
|
6 Manacapuru |
336.178.110,59 |
|
7 Maués |
277.958.174,76 |
|
8 Tefé |
248.172.507,41 |
|
9 Humaitá |
205.321.139,48 |
|
10
Labrea |
189.376.854,76 |
AMAPÁ
|
ORDEM/MUNICÍPIO |
PIB_2002
(R$) |
|
1 Macapá |
1.798.065.714,67 |
|
2 Santana |
773.719.501,33 |
|
3 Laranjal do Jari |
47.814.592,00 |
|
4 Oiapoque |
26.029.266,67 |
|
5 Ferreira Gomes |
14.626.826,67 |
|
6 Vitória do Jari |
7.598.024,00 |
|
7 Porto Grande |
7.482.738,67 |
|
8 Mazagão |
7.216.141,33 |
|
9 Amapá |
5.688.610,67 |
|
10
Tartarugalzinho |
5.641.776,00 |
BAHIA
|
ORDEM/MUNICÍPIO |
PIB_2002
(R$) |
|
1 Salvador |
11.722.920.836,53 |
|
2 Camaçari |
8.454.540.256,65 |
|
3 São Francisco do Conde |
6.253.476.034,01 |
|
4 Feira de Santana |
2.064.638.108,91 |
|
5 Candeias |
1.939.071.748,51 |
|
6 Simões Filho |
1.861.038.737,93 |
|
7 Madre de Deus |
1.845.644.219,99 |
|
8 Mucuri |
1.555.475.363,65 |
|
9 Itabuna |
1.348.555.735,86 |
|
10
Paulo Afonso |
1.343.118.651,52 |
CEARÁ
|
ORDEM/MUNICÍPIO |
PIB_2002
(R$) |
|
1
Fortaleza |
11.928.204.763,94 |
|
2
Maracanau |
2.012.807.281,95 |
|
3
Sobral |
1.897.524.706,66 |
|
4
Eusébio |
615.130.797,05 |
|
5
Juazeiro do Norte |
534.493.979,90 |
|
6
Caucaia |
489.835.700,92 |
|
7
Horizonte |
479.243.705,79 |
|
8
Pacajus |
442.431.518,73 |
|
9
Paracuru |
357.473.054,13 |
|
10
Crato |
334.762.399,39 |
DISTRITO FEDERAL
|
ORDEM/MUNICÍPIO |
PIB_2002
(R$) |
|
1
Brasília |
35.672.000.000,00 |
ESPÍRITO SANTO
|
ORDEM/MUNICÍPIO |
PIB_2002
(R$) |
|
1 Vitória |
5.589.870.300,00 |
|
2 Serra |
3.340.077.300,00 |
|
3 Aracruz |
1.807.251.300,00 |
|
4 Vila Velha |
1.604.522.700,00 |
|
5 Cachoeiro de Itapemirim
|
922.167.900,00 |
|
6 Linhares |
890.028.000,00 |
|
7 Cariacica |
808.442.100,00 |
|
8 Colatina |
595.824.300,00 |
|
9 Anchieta |
541.433.700,00 |
|
10
São Mateus |
422.763.300,00 |
GOIÁS
|
ORDEM/MUNICÍPIO |
PIB_2002
(R$) |
|
1 Goiânia |
7.017.180.129,34 |
|
2 Anápolis |
1.982.406.474,52 |
|
3 Rio Verde |
1.589.733.268,06 |
|
4 Catalão |
1.182.473.387,73 |
|
5 Senador Canedo |
1.165.470.651,40 |
|
6 Itumbiara |
966.803.161,44 |
|
7 Jataí |
953.931.247,21 |
|
8 Aparecida de Goiânia |
838.750.488,60 |
|
9 São Simão |
647.334.305,27 |
|
10
Luziania |
605.796.622,69 |
MARANHÃO
|
ORDEM/MUNICÍPIO |
PIB_2002
(R$) |
|
1 São Luis |
8.015.896.983,25 |
|
2 Açailandia |
706.299.490,06 |
|
3 Imperatriz |
686.562.825,69 |
|
4 Balsas |
322.504.454,87 |
|
5 Codó |
156.885.128,22 |
|
6 Timon |
147.237.555,40 |
|
7 Itinga do Maranhão |
91.920.335,40 |
|
8 Coelho Neto |
90.961.550,57 |
|
9 Santa Inês |
87.256.673,82 |
|
10
Bacabal |
81.046.514,90 |
MINAS GERAIS
|
ORDEM/MUNICÍPIO |
PIB_2002
(R$) |
|
1 Belo Horizonte |
15.308.667.643,93 |
|
2 Betim |
15.059.151.370,03 |
|
3 Contagem |
6.453.866.244,85 |
|
4 Uberlândia |
5.810.816.525,95 |
|
5 Ipatinga |
3.909.588.226,65 |
|
6 Juiz de Fora |
3.576.345.205,90 |
|
7 Uberaba |
2.643.365.542,57 |
|
8 Poços de Caldas |
1.968.568.346,66 |
|
9 Itabira |
1.890.272.315,48 |
|
10
Timóteo |
1.649.655.855,67 |
MATO GROSSO DO SUL
|
ORDEM/MUNICÍPIO |
PIB_2002
(R$) |
|
1 Campo Grande |
3.524.578.617,00 |
|
2 Dourados |
1.011.610.019,00 |
|
3 Corumbá |
910.959.939,00 |
|
4 Três Lagoas |
580.609.806,00 |
|
5 Maracaju |
363.092.095,00 |
|
6 Chapadão do Sul |
335.750.869,00 |
|
7 Ponta Porã |
313.135.287,00 |
|
8 Costa Rica |
309.222.822,00 |
|
9 São Gabriel do Oeste |
298.283.263,00 |
|
10
Naviraí |
282.878.891,00 |
MATO GROSSO
|
ORDEM/MUNICÍPIO |
PIB_2002
(R$) |
|
1
Cuiabá |
2.836.040.929,05 |
|
2
Rondonópolis |
1.217.667.859,16 |
|
3
Várzea Grande |
838.061.874,44 |
|
4
Sorriso |
636.192.454,69 |
|
5
Primavera do Leste |
629.881.883,77 |
|
6
Sinop |
553.512.296,09 |
|
7
Campo Novo do Parecis |
495.152.143,29 |
|
8
Campo Verde |
476.590.151,78 |
|
9
Alto Araguaia |
442.859.468,06 |
|
10
Pedra Preta |
370.323.585,38 |
PARÁ
|
ORDEM/MUNICÍPIO |
PIB_2002
(R$) |
|
1 Belém |
5.629.365.000,00 |
|
2 Parauapebas |
2.642.355.000,00 |
|
3 Barcarena |
1.605.837.000,00 |
|
4 Tucumã |
1.342.878.000,00 |
|
5 Ananindeua |
1.097.790.000,00 |
|
6 Magalhães Barata |
959.928.000,00 |
|
7 Oriximina |
793.983.000,00 |
|
8 Almeirim |
666.333.000,00 |
|
9 Santarém |
628.038.000,00 |
|
10
Altamira |
400.821.000,00 |
PARAÍBA
|
ORDEM/MUNICÍPIO |
PIB_2002
(R$) |
|
1 João Pessoa |
4.390.529.845,21 |
|
2 Campina Grande |
1.965.331.510,52 |
|
3 Cabedelo |
994.397.463,47 |
|
4 Santa Rita |
560.352.248,42 |
|
5 Caapora |
495.195.571,11 |
|
6 Bayeux |
352.767.037,19 |
|
7 Alhandra |
294.508.977,87 |
|
8 Patos |
237.961.670,61 |
|
9 Conde |
137.749.513,62 |
|
10
Mamanguape |
133.919.216,22 |
PERNAMBUCO
|
ORDEM/MUNICÍPIO |
PIB_2002
(R$) |
|
1 Recife |
15.980.074.482,54 |
|
2 Ipojuca |
3.837.592.751,51 |
|
3 Jaboatão dos Guararapes |
3.572.620.514,11 |
|
4
Cabo de Santo Agostinho |
3.466.754.577,07 |
|
5
Petrolina |
851.297.244,25 |
|
6
Caruaru |
773.972.587,05 |
|
7
Olinda |
697.056.240,11 |
|
8
Igarassu |
609.895.820,52 |
|
9
Paulista |
530.366.803,01 |
|
10
Goiana |
470.707.628,70 |
PIAUÍ
|
ORDEM/MUNICÍPIO |
PIB_2002
(R$) |
|
1 Teresina |
4.173.867.380,72 |
|
2 Parnaíba |
418.270.144,62 |
|
3 Guadalupe |
307.103.370,64 |
|
4 Fronteiras |
269.792.431,63 |
|
5 Picos |
242.198.533,81 |
|
6 Piripiri |
106.232.197,42 |
|
7 União |
103.483.454,62 |
|
8 Campo Maior |
83.094.696,33 |
|
9 Esperantina |
61.553.890,79 |
|
10
São Raimundo Nonato |
54.445.843,21 |
PARANÁ
|
ORDEM/MUNICÍPIO |
PIB_2002
(R$) |
|
1 Curitiba |
12.586.486.105,87 |
|
2 Araucária |
9.363.082.815,85 |
|
3 Foz do Iguaçu |
5.410.337.742,58 |
|
4 São Jose dos Pinhais |
5.171.374.500,59 |
|
5 Ponta Grossa |
3.406.711.467,54 |
|
6 Londrina |
3.353.980.710,45 |
|
7 Maringá |
2.049.696.514,99 |
|
8 Cascavel |
1.721.307.936,65 |
|
9 Paranaguá |
1.231.176.660,79 |
|
10
Guarapuava |
1.081.589.497,13 |
RIO DE JANEIRO
|
ORDEM/MUNICÍPIO |
PIB_2002
(R$) |
|
1 Rio de Janeiro |
80.726.843.217,35 |
|
2 Duque de Caxias |
19.751.383.670,52 |
|
3 Volta Redonda |
7.469.671.667,44 |
|
4 Angra dos Reis |
7.024.061.607,34 |
|
5 Macaé |
5.942.548.377,07 |
|
6 Campos dos Goytacazes |
5.513.165.832,31 |
|
7 Niterói |
3.742.577.739,17 |
|
8 Porto Real |
3.622.245.879,62 |
|
9 São Gonçalo |
3.097.818.503,94 |
|
10
Resende |
3.029.282.926,36 |
RIO GRANDE DO NORTE
|
ORDEM/MUNICÍPIO |
PIB_2002
(R$) |
|
1 Natal |
4.886.730.660,66 |
|
2 Mossoró |
1.597.182.580,60 |
|
3 Parnamirim |
991.777.719,12 |
|
4 Guamaré |
480.423.136,81 |
|
5 Areia Branca |
334.639.272,45 |
|
6 Macau |
293.240.088,45 |
|
7 São Gonçalo do Amarante |
262.302.972,56 |
|
8 Maca¡ba |
236.229.868,96 |
|
9 Canguaretama |
156.363.644,73 |
|
10
Alto do Rodrigues |
150.365.043,33 |
RIO GRANDE DO SUL
|
ORDEM/MUNICÍPIO |
PIB_2002
(R$) |
|
1 Porto Alegre |
15.100.128.237,01 |
|
2 Canoas |
6.794.085.678,36 |
|
3 Caxias do Sul |
6.377.462.261,63 |
|
4 Triunfo |
3.476.756.510,97 |
|
5 Gravataí |
2.787.474.558,58 |
|
6 Novo Hamburgo |
2.743.968.052,34 |
|
7 Santa Cruz do Sul |
2.688.500.982,47 |
|
8 Rio Grande |
2.459.013.103,92 |
|
9 Bento Gonçalves |
1.773.097.274,67 |
|
10
Sapucaia do Sul |
1.635.416.602,86 |
RONDÔNIA
|
ORDEM/MUNICÍPIO |
PIB_2002
(R$) |
|
1 Porto Velho |
1.657.308.132,26 |
|
2 Ji-paraná |
697.499.215,62 |
|
3 Vilhena |
615.713.476,05 |
|
4 Ariquemes |
591.409.771,31 |
|
5 Cacoal |
554.729.086,55 |
|
6 Jaru |
376.685.138,77 |
|
7 Rolim de Moura |
299.232.067,29 |
|
8 Ouro Preto do Oeste |
215.648.989,04 |
|
9 Pimenta Bueno |
182.017.208,35 |
|
10
Espigão D'Oeste |
175.145.497,69 |
RORAIMA
|
ORDEM/MUNICÍPIO |
PIB_2002
(R$) |
|
1 Boa Vista |
823.311.666,67 |
|
2 Caracarai |
273.215.744,92 |
|
3 Rorainópolis |
33.664.700,85 |
|
4 Mucajai |
32.445.624,01 |
|
5 Pacaraima |
31.108.742,94 |
|
6 São Luiz |
27.285.676,13 |
|
7 São João da Baliza |
25.775.349,72 |
|
8 Caroebe |
25.679.964,97 |
|
9 Alto Alegre |
24.595.880,65 |
|
10
Canta |
24.532.494,63 |
SANTA CATARINA
|
ORDEM/MUNICÍPIO |
PIB_2002
(R$) |
|
1
Joinville |
6.058.482.011,12 |
|
2
Blumenau |
3.517.459.933,44 |
|
3
Itajaí |
2.687.972.471,05 |
|
4 Jaraguá do Sul |
2.349.082.741,25 |
|
5 Florianópolis |
2.213.218.559,37 |
|
6 Criciúma |
1.307.140.262,03 |
|
7 São José |
1.282.501.525,10 |
|
8 Chapecó |
1.274.665.023,97 |
|
9 Lages |
1.095.206.997,29 |
|
10
São Bento do Sul |
1.007.912.731,25 |
SERGIPE
|
ORDEM/MUNICÍPIO |
PIB_2002
(R$) |
|
1 Aracaju |
2.380.844.695,83 |
|
2 Canhoba |
933.640.134,07 |
|
3 Laranjeiras |
689.405.694,35 |
|
4 Estância |
633.006.624,09 |
|
5 Rosário do Catete |
524.467.007,00 |
|
6 Nossa Senhora do Socorro |
488.572.231,43 |
|
7 Japaratuba |
218.876.293,10 |
|
8 Itaporanga d'Ajuda |
187.689.305,69 |
|
9 Lagarto |
167.420.189,49 |
|
10
Carmópolis |
162.007.393,17 |
SÃO PAULO
|
ORDEM/MUNICÍPIO |
PIB_2002
(R$) |
|
1 São Paulo |
104.691.666.375,10 |
|
2 Paulínia |
22.192.856.769,42 |
|
3 São Jose dos Campos |
19.913.573.520,58 |
|
4 Guarulhos |
16.183.700.084,58 |
|
5 São Bernardo do Campo |
15.236.945.454,38 |
|
6 Cubatão |
12.039.142.814,67 |
|
7 Barueri |
10.739.253.963,91 |
|
8 Campinas |
10.618.622.487,32 |
|
9 Jundiaí |
6.720.467.576,24 |
|
10
Santo André |
6.456.619.297,48 |
TOCANTINS
|
ORDEM/MUNICÍPIO |
PIB_2002
(R$) |
|
1 Palmas |
652.715.672,92 |
|
2 Araguaina |
412.965.837,43 |
|
3 Gurupi |
309.717.870,09 |
|
|